SEQUÊNCIA DIDÁCTICA

GRUPO 9: PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PALAVRAS POR DERIVAÇÃO

Disciplina: Português
Unidade Didáctica: PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PALAVRAS – DERIVAÇÃO 8º ano de escolaridade
Docentes: Adriano, Adulai, Helena, Joaquim e Sebastião

OBJECTIVOS

CONTEÚDOS

ACTIVIDADES

• OBJECTIVO GERAL:
Compreender os mecanismos de funcionamento da língua no que
respeita à formação de palavras por derivação;

OBJECTIVOS
ESPECÍFICOS:
Conhecer alguns aspectos da vida de Iracema, como estratégia de
motivação;



Relembrar os conceitos de palavras primitivas; prefixo e sufixo;
Apreender novos conceitos como radical, vogal temática e infixo.

PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PALAVRAS:
DERIVAÇÃO:

PALAVRA PRIMITIVA, PREFIXO, SUFIXO, INFIXO;RADICAL E
VOGAL TEMÁTICA (CONCEITOS)

MOTIVAÇÃO:
Audição da música e visualização de imagens do filme;



Conversa com os alunos sobre a Lenda de Iracema e relação com as imagens
do filme;

Entrega de uma cópia com um excerto do romance Iracema;
Leitura silenciosa e leitura em voz alta pelos alunos;
Chamada de atenção aos alunos para as palavras do texto que o professor
selecionou;
Explicação pelo professor do processo de formação dessas palavras;
Explanação dos conceitos (v.conteúdos)
Exercícios práticos em casa e na aula;
Consolidação da matéria, solicitando a 2 alunos que expliquem aos colegas o
que aprenderam;

Ano Lectivo __/___

MATERIAIS RECURSOS
Música de Ennio Morricone, “Gabriel’s oboé” in Missão,

COMPUTADOR, DATA SHOW, TELA

Quadro, Giz

CÓPIA DE TEXTO:
Excerto de Iracema

Caderno Esferográfica

3 aulas

TEMPO

AVALIAÇÃO

Observação directa:

Participação, Atenção, Assiduidade, Pontualidade
Resolução de trabalhos em aula e de trabalhos de
casa.

1 aula

1 aula

1 aula

CAPÍTULO XXIII

Quatro luas tinham alumiado o céu depois que Iracema deixara os
campos do Ipu; e três depois que ela habitava nas praias do mar a cabana
de seu esposo.
A alegria morava em sua alma. A filha dos sertões era feliz, como a
andorinha, que abandona o ninho dos seus pais e peregrina para fabricar
novo ninho no país onde começa a estação das flores. Também Iracema
achara ali nas praias do mar um ninho do amor, nova pátria para seu
coração.
Como o colibri borboleteando entre as flores da acácia, ela discorria
as amenas campinas. A luz da manhã já a encontrava suspensa ao ombro
do esposo e sorrindo, como a enrediça que entrelaça o tronco robusto e
todas as manhãs o coroa de nova grinalda.
Martim partia para a caça com Poti. A virgem separava-se dele
então, para sentir ainda mais ardente o desejo de vê-lo.
Perto havia uma formosa lagoa no meio de verde campina. Para lá
volvia a selvagem o ligeiro passo. Era a hora do banho da manhã; atirava-
se à água, e nadava com as garças brancas e as vermelhas jaçanãs.
Os guerreiros pitiguaras, que apareciam por aquelas paragens,
chamavam essa lagoa Porangaba, ou lagoa da beleza, porque nela se
banhava Iracema, a mais bela filha da raça de Tupã.
E desde esse tempo as mães vinham de longe mergulhar suas filhas
nas águas da Porangaba, que tinha a virtude de dar formosura às virgens
e fazê-las amadas pelos guerreiros. (...)

José de Alencar, Iracema, pp.87,88

GRUPO 9

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